Estou certo das coisas, estou ciente,
No entanto parece que ando sempre diferente...
Não descanso, e jamais posso descansar,
A ideia que tenho é de querer sempre mudar...
Mas não posso, e tenho de ir ao meu limite,
Nesta saga repetida, nada que me impossibilite...
Pensamentos estranhos e desarticulados,
Se na raiva tenho calma, sentimentos isolados...
E não há nada, e nada mais pode haver,
Se a revolta é grande é porque assim tem de ser...
Nunca olho para trás, onde está o mau olhado,
A visão está na frente num futuro premeditado...
E toco a vida, nela tento ser diferente,
Não sou outro alienado que dos outros se faz gente...
Estou bem assim, embora por vezes criticado,
Mas com esses posso eu bem, passa-me tudo ao lado...
Ideias soltas, mas sempre com muita qualidade,
Fazem o meu dia-a-dia, a minha realidade...
Não forço nada, e detesto a hipocrisia,
Digo tudo o que penso mesmo que provoque azia...
Já lá vai o tempo em que tinha mais cuidado,
Importavam-me os outros e mais o seu julgado...
Agora não, fartei-me dessa espécie de vez,
A indiferença é tanta, a que o sorriso desfez...
Quem está comigo, sabe sempre com o que conta,
E quem conta comigo, sabe que apoio encontra...
Sem merdas, no mais puro dos sentimentos,
Nesta vida o que conta é uma soma de momentos...
Aproveito bem, aprecio e venero,
Quem me conhece sabe bem que isto é sincero...
Amizade verdadeira, da difícil de encontrar,
Para mim é o que mais conta, só tem mesmo de contar...
Porque esta vida é curta, e uma grande ilusão,
Mas encará-la assim dá-lhe outra dimensão...
E não estou aqui para criticar ninguém,
A quem serve a carapuça de certeza serve bem...
Portanto tu aí, que é quem está a ouvir,
Estas escritas são fruto de quem muito quer sentir...
E não mostra medo, do que realmente sente,
Se incomoda alguém vai continuar em frente...
É mesmo assim, e vai continuar a ser,
Se não estás bem muda, só te vai favorecer...
Aceita isto, como uma espécie de conselho,
Como aprendíamos antes com o nosso mais velho...
Pára e vem daí, começa de vez a viver,
Sem mentiras e sem medo, vais ver que não vai doer...
E não vale a pena fazeres de nós uns loucos,
Porque mesmo que não queiras vais ficando assim aos poucos...
Quando a influência é boa, temos de a aceitar,
Ser humilde e inteligente, ter vantagem em mudar...
Assim me despeço, com mais estes recadinhos,
Quem procura sempre encontra os melhores pergaminhos...
quarta-feira, 1 de julho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Verão...
O Verão está aí, é então tempo de férias,
Mas para alguns não, é tempo de coisas sérias...
Não é tempo de curtir, nem de o sol gozar,
A luta continua e o tempo matam a trabalhar...
Esquecem o compromisso que fizeram com a areia,
O mar vai ter de esperar, mas não esquecem a ideia...
É mais um sacrifício pr´a juntar a alguns mais,
A vida nem sempre é fácil, já o diziam os pais...
Mas nem tudo é sombrio, há algo a reter...
Nesta escola da vida sabes bem o que é viver...
Os hábitos são outros, há mais responsabilidade,
E da areia nos calções tu só sentes saudade...
Outras metas se impõem, não podes facilitar,
E se sacrifícios implica, só tens de os aguentar...
Nada mata nesta vida a não ser a própria morte,
E se ultrapassas tudo, considera-te com sorte...
Aprendes a ser humilde, que não te falte essa atitude,
A paciência cultivas, que é outra grande virtude...
Vês os outros relaxar, ganharam esse direito,
Mas aqui do outro lado o horizonte é perfeito...
Está tudo na cabeça, e na paz do coração,
Se isto dominares então dominas a razão...
E a alguns apresento, com uma grande vaidade,
Uma senhora importante, a Dona Força de Vontade...
É um prazer conhecê-la e com ela dar-me tão bem,
Fazia falta a muitos, que não conhecem ninguém...
É como tudo na vida, não somos todos iguais,
Mas temos de concordar, há quem facilite demais...
Depois não se aguentam, à mais bela das broncas,
Ficam por aí à deriva e só dizem coisas tontas...
Um pensamento nasce, uma sensação explode,
Isto não é para quem quer, é mesmo para quem pode...
Mas acreditas no trabalho, e nos seus benefícios,
Treinas o corpo e a mente, ultrapassas os sacrifícios...
Assim foste educado e um dia assim vais educar,
Faz muita falta neste mundo, gente assim a pensar...
Porque se o teu berço é tudo menos de ouro,
Igualas as expectativas, tens é de dar ao couro...
Mas falava no Verão, e em tudo o que significa,
Praia, férias, tempo livre, assim ele se justifica...
Fica aqui só o recado, para quem ele não é assim,
Somos gente diferente, mas vamos até ao fim...
Porque se queremos algo, temos muito que lutar,
Mas sabe muito melhor depois de o alcançar...
Não pertencemos à equipa de quem tem de mão beijada,
Pertencemos é aquela, da camisola mais suada...
Com orgulho o dizemos, com orgulho o mostramos,
E se não é no mar, lá iremos na mesma a banhos...
Peace!
Mas para alguns não, é tempo de coisas sérias...
Não é tempo de curtir, nem de o sol gozar,
A luta continua e o tempo matam a trabalhar...
Esquecem o compromisso que fizeram com a areia,
O mar vai ter de esperar, mas não esquecem a ideia...
É mais um sacrifício pr´a juntar a alguns mais,
A vida nem sempre é fácil, já o diziam os pais...
Mas nem tudo é sombrio, há algo a reter...
Nesta escola da vida sabes bem o que é viver...
Os hábitos são outros, há mais responsabilidade,
E da areia nos calções tu só sentes saudade...
Outras metas se impõem, não podes facilitar,
E se sacrifícios implica, só tens de os aguentar...
Nada mata nesta vida a não ser a própria morte,
E se ultrapassas tudo, considera-te com sorte...
Aprendes a ser humilde, que não te falte essa atitude,
A paciência cultivas, que é outra grande virtude...
Vês os outros relaxar, ganharam esse direito,
Mas aqui do outro lado o horizonte é perfeito...
Está tudo na cabeça, e na paz do coração,
Se isto dominares então dominas a razão...
E a alguns apresento, com uma grande vaidade,
Uma senhora importante, a Dona Força de Vontade...
É um prazer conhecê-la e com ela dar-me tão bem,
Fazia falta a muitos, que não conhecem ninguém...
É como tudo na vida, não somos todos iguais,
Mas temos de concordar, há quem facilite demais...
Depois não se aguentam, à mais bela das broncas,
Ficam por aí à deriva e só dizem coisas tontas...
Um pensamento nasce, uma sensação explode,
Isto não é para quem quer, é mesmo para quem pode...
Mas acreditas no trabalho, e nos seus benefícios,
Treinas o corpo e a mente, ultrapassas os sacrifícios...
Assim foste educado e um dia assim vais educar,
Faz muita falta neste mundo, gente assim a pensar...
Porque se o teu berço é tudo menos de ouro,
Igualas as expectativas, tens é de dar ao couro...
Mas falava no Verão, e em tudo o que significa,
Praia, férias, tempo livre, assim ele se justifica...
Fica aqui só o recado, para quem ele não é assim,
Somos gente diferente, mas vamos até ao fim...
Porque se queremos algo, temos muito que lutar,
Mas sabe muito melhor depois de o alcançar...
Não pertencemos à equipa de quem tem de mão beijada,
Pertencemos é aquela, da camisola mais suada...
Com orgulho o dizemos, com orgulho o mostramos,
E se não é no mar, lá iremos na mesma a banhos...
Peace!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
A Vidinha...
Vou pela rua, a brisa invade o meu rosto,
Penso em tanta coisa, mas em nada que gosto...
Estou stressado, a vida anda muito agitada,
Actividades muitas mas nunca cara zangada...
Ainda a escola, e para me dar cabo da cabeça,
Se não é trabalho há sempre alguém que me aborreça...
Mas estou nessa, e agarro todas as oportunidades,
E isso é tão certo como aqui dizer verdades...
Então insisto, e puxo cada vez mais por mim,
Se a cabeça aguenta o físico não tem fim...
É sempre a dar-lhe e com uma imensa vontade,
Não há nada que me pare, nenhuma contrariedade...
Eu gosto assim, acção, reacção, educação,
Nesta vida temos mesmo de viver com paixão...
Sinto orgulho e uma grande solidariedade,
Para com quem não é assim e aqui anda sem vontade...
Porque no fundo, é tudo uma questão de atitude,
E para mim ela é, uma enorme virtude...
Então agito, e a minha vida volto a agitar,
Comigo todos sabem com o que podem contar...
Energia, empenho, muito gosto e grande entrega,
Fazem parte do conceito que para muitos é esfrega...
Mas não, e surge uma questão pertinente,
Sei que não é possível e que não é para toda a gente...
Adoro isto, e sem nunca na vida me queixar,
Adoro uma frase que diz que é sempre a andar...
Porque na vida, nunca se pode estar parado,
Podes correr o risco de ficar atrofiado...
E quando o digo, não falo de músculo nenhum,
Quando é a cabeça que pára não vais a lugar algum...
Pelo que vejo, por aí não falta nada disso,
É só gente ignóbil sem nenhum tipo de compromisso...
Com a vida, e com quem na verdade os rodeia,
Parecem seres abstractos o que a mim me incendeia...
Gente fútil e sem qualquer tipo de juízo,
Daquela a quem parece nunca nascer dente do siso...
Não faz mal, são eles que no fundo não estão bem,
Efectivamente sabemos que não valem um vintém...
Porque na vida, temos de estar sempre preparados,
Ninguém nos dá nada e só acontecem acasos...
Portanto ao ler isto, tens de ter a plena noção,
Foi escrito com consciência e apelo da razão...
Por ser verdade, com selo da vida vai autenticado,
master_d ao ataque como mercenário contratado...
Penso em tanta coisa, mas em nada que gosto...
Estou stressado, a vida anda muito agitada,
Actividades muitas mas nunca cara zangada...
Ainda a escola, e para me dar cabo da cabeça,
Se não é trabalho há sempre alguém que me aborreça...
Mas estou nessa, e agarro todas as oportunidades,
E isso é tão certo como aqui dizer verdades...
Então insisto, e puxo cada vez mais por mim,
Se a cabeça aguenta o físico não tem fim...
É sempre a dar-lhe e com uma imensa vontade,
Não há nada que me pare, nenhuma contrariedade...
Eu gosto assim, acção, reacção, educação,
Nesta vida temos mesmo de viver com paixão...
Sinto orgulho e uma grande solidariedade,
Para com quem não é assim e aqui anda sem vontade...
Porque no fundo, é tudo uma questão de atitude,
E para mim ela é, uma enorme virtude...
Então agito, e a minha vida volto a agitar,
Comigo todos sabem com o que podem contar...
Energia, empenho, muito gosto e grande entrega,
Fazem parte do conceito que para muitos é esfrega...
Mas não, e surge uma questão pertinente,
Sei que não é possível e que não é para toda a gente...
Adoro isto, e sem nunca na vida me queixar,
Adoro uma frase que diz que é sempre a andar...
Porque na vida, nunca se pode estar parado,
Podes correr o risco de ficar atrofiado...
E quando o digo, não falo de músculo nenhum,
Quando é a cabeça que pára não vais a lugar algum...
Pelo que vejo, por aí não falta nada disso,
É só gente ignóbil sem nenhum tipo de compromisso...
Com a vida, e com quem na verdade os rodeia,
Parecem seres abstractos o que a mim me incendeia...
Gente fútil e sem qualquer tipo de juízo,
Daquela a quem parece nunca nascer dente do siso...
Não faz mal, são eles que no fundo não estão bem,
Efectivamente sabemos que não valem um vintém...
Porque na vida, temos de estar sempre preparados,
Ninguém nos dá nada e só acontecem acasos...
Portanto ao ler isto, tens de ter a plena noção,
Foi escrito com consciência e apelo da razão...
Por ser verdade, com selo da vida vai autenticado,
master_d ao ataque como mercenário contratado...
quarta-feira, 20 de maio de 2009
A Verdade
Tenho a mente acelerada, não consigo desligar,
Mantenho os olhos abertos, e a vida a dissecar...
Percorro imensos caminhos que não posso escolher,
Mas no meu transe sou feliz, não há nada a temer...
Qual estado de ansiedade, qual insónia que desperta,
O pensamento que não pára, vai parar a parte incerta...
Não me assusto com este estado, muito pelo contrário,
Vejo coisas que não quero, cai a máscara ao otário...
Analiso situações, pessoas, a memória insiste,
Mando abaixo a fachada que pelo bem-estar existe...
E isso é algo que não consigo evitar,
A cabeça inicia ideias a bombardear...
Só queria que isto se tornasse realidade,
Se há algo que me enoja é lidar com falsidade...
Hipocrisia, cinismo, e as maiores caras de pau,
Presentes no dia-a-dia, põem-me cara de mau...
Tudo isto é revisto em rápidos pensamentos,
Fazem de mim outra pessoa mas só por breves momentos...
Porque no fundo tenho, de voltar à actuar,
Neste palco que é a vida e o qual tenho de pisar...
Sinto-me tão ridículo e não são poucas as ocasiões,
Porque adoro a sinceridade e pr´a isto não há perdões...
Sabia-me mesmo bem ser sempre verdadeiro,
Mas todos sabemos que isso nunca vem primeiro...
Somos seres movidos por interesses diferentes,
Isso faz-nos fingir, e da verdade estar ausentes...
Mas nestes breves instantes, minha mente é livre,
Não há nada que a dome, é diferente o calibre...
Sou sincero comigo, e consigo distinguir,
Que esta forma de actuar é pr´a poder coexistir...
Pacificamente e sem grandes sobressaltos,
No fundo estou preparado para voos mais altos...
Mas na verdade não gosto de dar qualquer gorjeta ,
Não merecem conhecer minha melhor faceta...
Mantém-se este teatro que na nossa vida existe,
Sem que por vezes entendam porque é que ele persiste...
Em honra da paz e da alegria no trabalho,
Ouvimos tretas de merda que vendemos a retalho...
Mas um dia ficas farto, desta fraude coesa,
E nessa altura então o murro mandas na mesa...
Não é bonito de se ver, não é nada agradável,
Mas para a mente não há, condição mais saudável...
E no meu dia continuo este caminho a percorrer,
Acho que o farei, até o meu corpo morrer...
Porque no fundo sei, que assim não é certo,
Quantas vezes me censuram só porque estou correcto...
Então alinho nesta festa da falsidade,
E por mais que vocês não queiram não estou longe da verdade!
Mantenho os olhos abertos, e a vida a dissecar...
Percorro imensos caminhos que não posso escolher,
Mas no meu transe sou feliz, não há nada a temer...
Qual estado de ansiedade, qual insónia que desperta,
O pensamento que não pára, vai parar a parte incerta...
Não me assusto com este estado, muito pelo contrário,
Vejo coisas que não quero, cai a máscara ao otário...
Analiso situações, pessoas, a memória insiste,
Mando abaixo a fachada que pelo bem-estar existe...
E isso é algo que não consigo evitar,
A cabeça inicia ideias a bombardear...
Só queria que isto se tornasse realidade,
Se há algo que me enoja é lidar com falsidade...
Hipocrisia, cinismo, e as maiores caras de pau,
Presentes no dia-a-dia, põem-me cara de mau...
Tudo isto é revisto em rápidos pensamentos,
Fazem de mim outra pessoa mas só por breves momentos...
Porque no fundo tenho, de voltar à actuar,
Neste palco que é a vida e o qual tenho de pisar...
Sinto-me tão ridículo e não são poucas as ocasiões,
Porque adoro a sinceridade e pr´a isto não há perdões...
Sabia-me mesmo bem ser sempre verdadeiro,
Mas todos sabemos que isso nunca vem primeiro...
Somos seres movidos por interesses diferentes,
Isso faz-nos fingir, e da verdade estar ausentes...
Mas nestes breves instantes, minha mente é livre,
Não há nada que a dome, é diferente o calibre...
Sou sincero comigo, e consigo distinguir,
Que esta forma de actuar é pr´a poder coexistir...
Pacificamente e sem grandes sobressaltos,
No fundo estou preparado para voos mais altos...
Mas na verdade não gosto de dar qualquer gorjeta ,
Não merecem conhecer minha melhor faceta...
Mantém-se este teatro que na nossa vida existe,
Sem que por vezes entendam porque é que ele persiste...
Em honra da paz e da alegria no trabalho,
Ouvimos tretas de merda que vendemos a retalho...
Mas um dia ficas farto, desta fraude coesa,
E nessa altura então o murro mandas na mesa...
Não é bonito de se ver, não é nada agradável,
Mas para a mente não há, condição mais saudável...
E no meu dia continuo este caminho a percorrer,
Acho que o farei, até o meu corpo morrer...
Porque no fundo sei, que assim não é certo,
Quantas vezes me censuram só porque estou correcto...
Então alinho nesta festa da falsidade,
E por mais que vocês não queiram não estou longe da verdade!
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Ressaca...
Agora e depois da festa estar terminada,
A mente consequentemente foi, reiniciada...
Recordações, memórias, e demais sensações,
Estão bem guardadas dentro dos nossos corações...
Mas é tempo então de voltar ao normal,
Porque viver sempre a mil será prejudicial?
Bem sei que há sempre quem se aguente,
E sem nunca se queixar o que é muito à frente...
Por mais saudades que tenha não pode ser sempre assim,
Em permanente loucura o que seria de mim...
Foi muito bom, mas agora está terminado,
Vivi intensamente sem estar preocupado...
De tudo o que fiz, nada me arrependo,
Assim se vive a vida, só assim se vai vivendo...
Ficamos com a sensação de que podia haver mais,
Uma sensação idêntica à de um puto sem pais...
Órfãos de alegria, de loucura e de paixão,
É ideia que prevalece e que muda a visão...
No entanto é preciso voltar assentar os pés,
No fundo aquela pessoa não é bem quem tu és...
Mas muitos adoravam que pudesse ser,
Pois são seres tão banais que só nos sabem aborrecer...
E nestas alturas deitam tudo cá para fora,
Mal sabem como nós o fazemos a toda a hora...
Mas chega de focar outros pontos de vista,
Vamos mas é ao que interessa e sem que ninguém insista...
Loucuras, devaneios, excessos e ambições,
Fazem parte da festa tal e qual como os balões...
E nem faltam por lá os "nossos" amigos palhaços,
A cortar a boa onda como se fossem engaços...
Mas mesmo para esses há sempre bom remédio,
Levam com indiferença para acabar com o tédio...
E tudo continua em clima de alegria,
Não conseguem evitar porque isto contagia...
Mas será que te estiveste mesmo a divertir?
Não estiveste por acaso apenas a consentir...
Que outros influenciassem, a tua decisão,
Porque entrar na boa onda não é apenas uma questão...
É preciso pertencer a uma elite muito restrita...
E agora está atento para que não me repita...
Coração aberto, humildade e simpatia,
Fazem parte da lista que quem pertence sabia...
Não é para todos este estado de consciência,
Bem diferente é ser xunga e primar pela ausência...
Facto que nós até agradecemos,
Certo é que se curte mais, quando não os vemos...
Porque festa é festa e só assim pode ser...
Tal e qual como o Natal, basta um homem querer...
Escrevo estas linhas, mas não estou ressacado,
Estou contente, satisfeito e altamente extasiado...
Gostaria que isto não tivesse de acabar,
E para isso nestes dias ando eu a lutar...
Mas sei que não pode e que tudo tem um fim,
Como um ciclo vicioso bem dentro de mim...
Com este desabafo já fico mais satisfeito,
Falo de mente aberta e com pancada no peito...
E espero que toda a gente o entenda,
Foi escrito de forma fácil para que se aprenda...
E assim termino sem no entanto acabar,
O discurso fica aberto pr´a quem o quiser terminar...
A mente consequentemente foi, reiniciada...
Recordações, memórias, e demais sensações,
Estão bem guardadas dentro dos nossos corações...
Mas é tempo então de voltar ao normal,
Porque viver sempre a mil será prejudicial?
Bem sei que há sempre quem se aguente,
E sem nunca se queixar o que é muito à frente...
Por mais saudades que tenha não pode ser sempre assim,
Em permanente loucura o que seria de mim...
Foi muito bom, mas agora está terminado,
Vivi intensamente sem estar preocupado...
De tudo o que fiz, nada me arrependo,
Assim se vive a vida, só assim se vai vivendo...
Ficamos com a sensação de que podia haver mais,
Uma sensação idêntica à de um puto sem pais...
Órfãos de alegria, de loucura e de paixão,
É ideia que prevalece e que muda a visão...
No entanto é preciso voltar assentar os pés,
No fundo aquela pessoa não é bem quem tu és...
Mas muitos adoravam que pudesse ser,
Pois são seres tão banais que só nos sabem aborrecer...
E nestas alturas deitam tudo cá para fora,
Mal sabem como nós o fazemos a toda a hora...
Mas chega de focar outros pontos de vista,
Vamos mas é ao que interessa e sem que ninguém insista...
Loucuras, devaneios, excessos e ambições,
Fazem parte da festa tal e qual como os balões...
E nem faltam por lá os "nossos" amigos palhaços,
A cortar a boa onda como se fossem engaços...
Mas mesmo para esses há sempre bom remédio,
Levam com indiferença para acabar com o tédio...
E tudo continua em clima de alegria,
Não conseguem evitar porque isto contagia...
Mas será que te estiveste mesmo a divertir?
Não estiveste por acaso apenas a consentir...
Que outros influenciassem, a tua decisão,
Porque entrar na boa onda não é apenas uma questão...
É preciso pertencer a uma elite muito restrita...
E agora está atento para que não me repita...
Coração aberto, humildade e simpatia,
Fazem parte da lista que quem pertence sabia...
Não é para todos este estado de consciência,
Bem diferente é ser xunga e primar pela ausência...
Facto que nós até agradecemos,
Certo é que se curte mais, quando não os vemos...
Porque festa é festa e só assim pode ser...
Tal e qual como o Natal, basta um homem querer...
Escrevo estas linhas, mas não estou ressacado,
Estou contente, satisfeito e altamente extasiado...
Gostaria que isto não tivesse de acabar,
E para isso nestes dias ando eu a lutar...
Mas sei que não pode e que tudo tem um fim,
Como um ciclo vicioso bem dentro de mim...
Com este desabafo já fico mais satisfeito,
Falo de mente aberta e com pancada no peito...
E espero que toda a gente o entenda,
Foi escrito de forma fácil para que se aprenda...
E assim termino sem no entanto acabar,
O discurso fica aberto pr´a quem o quiser terminar...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Personalidade?
Desiludido talvez não, mas sim desorientado,
Quando lido com burrice fico pior que estragado…
Quando as pessoas não sabem onde é o seu lugar,
Incomodam os outros, a paciência fazem esgotar…
Confundem atracção com outro tipo de sentimento,
Não percebem que às vezes são só cenas de momento…
E no meio disto tudo onde é que vamos parar?
Talvez o melhor seja mesmo a confiança retirar…
Não merecem pois, nenhum tipo de consideração,
Quando a paranóia ataca não há mesmo solução…
Fazem filmes ridículos, que querem realizar…
Não se percebe o motivo do que se está a passar…
Tenta-se combater isso com alguma indiferença,
Mas no diferente tratamento não percebem a diferença…
Porque nestas situações o melhor é ignorar,
Não vá o diabo tecê-las e a coisa piorar…
Tenta-se com classe ter alguma pedagogia,
Porque ensinar a viver se é possível eu não sabia…
Não se percebe a confusão, quando tudo foi explicado,
Não há motivos para isso, é de ficar assustado…
Tal tipo de fixação não é nada normal,
Esperemos que no futuro, tal não se torne fatal…
A situação deteriora-se e só tem piorado,
Já não falo com quem quero sem me olharem de lado…
Mas não deixo que isso altere o que quer que seja,
Muito pelo contrário, eu faço com que se veja…
Porque que me lembre não devo, nada a ninguém,
E assim não tenho de dar, satisfações a alguém…
Por isso o melhor é deixarem-me em paz,
Não perturbar a essência que faz de mim um bom rapaz…
Porque se ao master_d o calo é pisado,
Com o resultado nunca, ninguém fica agradado…
Não gosto de tratar mal, nada nem ninguém,
Mas se a tal me obrigam eu não vou ficar aquém…
Sempre fui conhecido por porreiro e bacano,
Mas quando me provocam essa ideia vira engano…
Só quero viver a vida em harmonia e paz,
E quando tal não me permitem ajo como Satanás…
Por isso mais vale lerem isto com muita atenção,
Já serve de aviso e conta como intenção…
De lembrar a alguém para reconsiderar,
Algum tipo de atitudes que são de reprovar…
Porque se esta vida são dois dias eu já cá ando há um…
E vou fazer directa que é para não perder nenhum…
Portanto atenção, mais vale é parar,
Atitudes de merda não consigo suportar…
O que quero é fazer o que sempre fiz,
E nunca me impediram de fazer o que quis!
Quando lido com burrice fico pior que estragado…
Quando as pessoas não sabem onde é o seu lugar,
Incomodam os outros, a paciência fazem esgotar…
Confundem atracção com outro tipo de sentimento,
Não percebem que às vezes são só cenas de momento…
E no meio disto tudo onde é que vamos parar?
Talvez o melhor seja mesmo a confiança retirar…
Não merecem pois, nenhum tipo de consideração,
Quando a paranóia ataca não há mesmo solução…
Fazem filmes ridículos, que querem realizar…
Não se percebe o motivo do que se está a passar…
Tenta-se combater isso com alguma indiferença,
Mas no diferente tratamento não percebem a diferença…
Porque nestas situações o melhor é ignorar,
Não vá o diabo tecê-las e a coisa piorar…
Tenta-se com classe ter alguma pedagogia,
Porque ensinar a viver se é possível eu não sabia…
Não se percebe a confusão, quando tudo foi explicado,
Não há motivos para isso, é de ficar assustado…
Tal tipo de fixação não é nada normal,
Esperemos que no futuro, tal não se torne fatal…
A situação deteriora-se e só tem piorado,
Já não falo com quem quero sem me olharem de lado…
Mas não deixo que isso altere o que quer que seja,
Muito pelo contrário, eu faço com que se veja…
Porque que me lembre não devo, nada a ninguém,
E assim não tenho de dar, satisfações a alguém…
Por isso o melhor é deixarem-me em paz,
Não perturbar a essência que faz de mim um bom rapaz…
Porque se ao master_d o calo é pisado,
Com o resultado nunca, ninguém fica agradado…
Não gosto de tratar mal, nada nem ninguém,
Mas se a tal me obrigam eu não vou ficar aquém…
Sempre fui conhecido por porreiro e bacano,
Mas quando me provocam essa ideia vira engano…
Só quero viver a vida em harmonia e paz,
E quando tal não me permitem ajo como Satanás…
Por isso mais vale lerem isto com muita atenção,
Já serve de aviso e conta como intenção…
De lembrar a alguém para reconsiderar,
Algum tipo de atitudes que são de reprovar…
Porque se esta vida são dois dias eu já cá ando há um…
E vou fazer directa que é para não perder nenhum…
Portanto atenção, mais vale é parar,
Atitudes de merda não consigo suportar…
O que quero é fazer o que sempre fiz,
E nunca me impediram de fazer o que quis!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
S.A. (sociedade anónima...)
Está de volta a loucura, os dias atribulados,
Embarcamos na aventura, a que estamos destinados...
O dia passa a noite, não tem fim a diversão,
Aguentamos estafados e ninguém diz que não...
Excessos são cometidos, é situação normal,
Quando os amigos se juntam o show é descomunal...
Ficamos diferentes vê-se o melhor e o pior,
Conhecemos várias facetas, que não sabemos de cor...
Invade-nos uma alegria, de fé em grandes momentos,
Queremos viver os pormenores, com o maior dos alentos...
Criam-se recordações, relações e amizades,
Não não estou enganado é a mais pura das verdades...
É uma semana num ano, mas em nada é igual,
A todas as outras que temos, até à do Natal...
Entra-se num outro mundo, numa outra dimensão,
Vivemos intensamente, com sentimento e paixão...
Sentimos à flor da pele, um grande misto de emoções,
Somos todos invadidos pelas mais belas sensações...
Nada mais importa, é aproveitar tudo ao máximo,
Não há limites impostos, num futuro mais próximo...
Laços intensificam-se, mas queremos sempre mais,
Do pudor não há memórias, ele não condiciona tais...
Carpe Diem é o lema, é a atitude em geral,
Quase nunca te arrependes, do seu resultado final...
Liberdade perversa, pelos mais velhos rotulada,
Mas não será apenas fruto de uma vida condicionada...
E de uma vontade imensa de poder ter sido assim,
Salazar roubou-lhes vida, no princípio meio e fim...
Aproveitamos tudo, como chuva num deserto,
E os finais de noite têm, um encanto incerto...
Se não ficas satisfeito não tens de ficar frustrado,
Pois no dia seguinte o processo é reiniciado...
Só lamentas quando vês, esses dias escassear,
Pois se algo não viveste, para sempre vais lamentar...
Porque os dias de loucura embora tenham calendário,
A tua vida continua e um dia muda o cenário...
As responsabilidades aumentam, a elas não podes fugir,
Embora em espírito permaneça a juventude a sorrir...
Lembra-te destas palavras, aqui podes encontrar,
Algo com que te identifiques, onde te possas enquadrar...
Por isso mesmo vos digo, com a mais pura humildade,
Que ela ainda não começou, mas dela já sinto saudade...
Portanto preparamos, tudo com muito afinco,
Não quero que influenciem este bem estar que eu sinto...
E se o ano vai longo, aqui quero descansar,
Com esta loucura consigo, as baterias carregar...
Para enfrentar um dia-a-dia, que por vezes é atroz,
A vida não é fácil, mas ela depende de nós...
E assim quero terminar esta breve reflexão,
A ideia é só uma, quero vivê-la até mais não!
Embarcamos na aventura, a que estamos destinados...
O dia passa a noite, não tem fim a diversão,
Aguentamos estafados e ninguém diz que não...
Excessos são cometidos, é situação normal,
Quando os amigos se juntam o show é descomunal...
Ficamos diferentes vê-se o melhor e o pior,
Conhecemos várias facetas, que não sabemos de cor...
Invade-nos uma alegria, de fé em grandes momentos,
Queremos viver os pormenores, com o maior dos alentos...
Criam-se recordações, relações e amizades,
Não não estou enganado é a mais pura das verdades...
É uma semana num ano, mas em nada é igual,
A todas as outras que temos, até à do Natal...
Entra-se num outro mundo, numa outra dimensão,
Vivemos intensamente, com sentimento e paixão...
Sentimos à flor da pele, um grande misto de emoções,
Somos todos invadidos pelas mais belas sensações...
Nada mais importa, é aproveitar tudo ao máximo,
Não há limites impostos, num futuro mais próximo...
Laços intensificam-se, mas queremos sempre mais,
Do pudor não há memórias, ele não condiciona tais...
Carpe Diem é o lema, é a atitude em geral,
Quase nunca te arrependes, do seu resultado final...
Liberdade perversa, pelos mais velhos rotulada,
Mas não será apenas fruto de uma vida condicionada...
E de uma vontade imensa de poder ter sido assim,
Salazar roubou-lhes vida, no princípio meio e fim...
Aproveitamos tudo, como chuva num deserto,
E os finais de noite têm, um encanto incerto...
Se não ficas satisfeito não tens de ficar frustrado,
Pois no dia seguinte o processo é reiniciado...
Só lamentas quando vês, esses dias escassear,
Pois se algo não viveste, para sempre vais lamentar...
Porque os dias de loucura embora tenham calendário,
A tua vida continua e um dia muda o cenário...
As responsabilidades aumentam, a elas não podes fugir,
Embora em espírito permaneça a juventude a sorrir...
Lembra-te destas palavras, aqui podes encontrar,
Algo com que te identifiques, onde te possas enquadrar...
Por isso mesmo vos digo, com a mais pura humildade,
Que ela ainda não começou, mas dela já sinto saudade...
Portanto preparamos, tudo com muito afinco,
Não quero que influenciem este bem estar que eu sinto...
E se o ano vai longo, aqui quero descansar,
Com esta loucura consigo, as baterias carregar...
Para enfrentar um dia-a-dia, que por vezes é atroz,
A vida não é fácil, mas ela depende de nós...
E assim quero terminar esta breve reflexão,
A ideia é só uma, quero vivê-la até mais não!
domingo, 26 de abril de 2009
Paranóia
De antemão, mas escreves tu com verdade,
Se para ti o realismo foge um pouco à realidade...
É mesmo assim, e não há nada que possas refazer,
Porque afinal vives a vida sem ter medo de morrer...
Guardas tudo, até à mais ínfima imagem,
Desta vez vais arriscar e atravessar pr´a outra margem...
Sem mais demoras, e agora recordas como é feito,
Socializas, verbalizas, ages conforme e a preceito...
Nada mais, e mais nada nem ninguém tens de seguir,
Se tens de andar ao contrário, entras quando queres sair...
Ninguém sabe o que é, mas toda a gente o conhece,
Se por causa de um acaso o mal já não te acontece...
O pensamento flui, e não é por mero acaso,
Tem raízes bem vincadas, que nem golpe em Burkina Faso...
Porque por vezes há, necessidade de fazer frente,
Não desconfio de ninguém mas não confio em toda a gente...
Existe erro também, andei e estive enganado...
E para o desfazer foi trabalho complicado...
Linguagem incerta, sem razão ou sem motivo,
Como página rasgada, mas uma do melhor livro...
Se o que queres é fazer número basta andares por aí,
Pois se a luta continua nós ficamos por aqui...
Sem medo nenhum, mas não é pura evidência,
As coisas acontecem sem ser por coincidência...
E assim, sem o mais puro regrado,
Procuras o equilíbrio pois estás desequilibrado...
Não estás enquadrado e nem procuras estar,
Perspectiva diferente é com a que queres ficar...
A censura dos outros dá vontade de me rir,
Quando inovas desafias, quando vêm já estás a ir...
Pensamentos desajustados, ilógico o raciocínio...
Mas tudo está conjugado como morte num assassínio...
E se não faz sentido é sentido com intensidade,
Podes estar confuso porque te ofusca a verdade...
O poder da língua vem sempre ao de cima,
É a arma do poeta, o destino o afirma...
Continua a saga, sem violência e sem pudor,
Pois no barco desta aventura sou eu o condutor...
E quando dás por isso já o caldo está entornado,
Não sabes como acontece mas é sempre complicado...
É como rever alguém que não vês à muito tempo,
Bons são os primeiros segundos, os restantes não aguento...
És sempre sincero e não enganas ninguém,
Se gostam está tudo, se não gostam tudo bem...
E de repente a calma, por ela és invadido,
No fundo agoniaste mas foi tudo sem motivo...
Acordas de repente, no afogar és a bóia,
E vês que tudo não passou de uma simples paranóia...
Se para ti o realismo foge um pouco à realidade...
É mesmo assim, e não há nada que possas refazer,
Porque afinal vives a vida sem ter medo de morrer...
Guardas tudo, até à mais ínfima imagem,
Desta vez vais arriscar e atravessar pr´a outra margem...
Sem mais demoras, e agora recordas como é feito,
Socializas, verbalizas, ages conforme e a preceito...
Nada mais, e mais nada nem ninguém tens de seguir,
Se tens de andar ao contrário, entras quando queres sair...
Ninguém sabe o que é, mas toda a gente o conhece,
Se por causa de um acaso o mal já não te acontece...
O pensamento flui, e não é por mero acaso,
Tem raízes bem vincadas, que nem golpe em Burkina Faso...
Porque por vezes há, necessidade de fazer frente,
Não desconfio de ninguém mas não confio em toda a gente...
Existe erro também, andei e estive enganado...
E para o desfazer foi trabalho complicado...
Linguagem incerta, sem razão ou sem motivo,
Como página rasgada, mas uma do melhor livro...
Se o que queres é fazer número basta andares por aí,
Pois se a luta continua nós ficamos por aqui...
Sem medo nenhum, mas não é pura evidência,
As coisas acontecem sem ser por coincidência...
E assim, sem o mais puro regrado,
Procuras o equilíbrio pois estás desequilibrado...
Não estás enquadrado e nem procuras estar,
Perspectiva diferente é com a que queres ficar...
A censura dos outros dá vontade de me rir,
Quando inovas desafias, quando vêm já estás a ir...
Pensamentos desajustados, ilógico o raciocínio...
Mas tudo está conjugado como morte num assassínio...
E se não faz sentido é sentido com intensidade,
Podes estar confuso porque te ofusca a verdade...
O poder da língua vem sempre ao de cima,
É a arma do poeta, o destino o afirma...
Continua a saga, sem violência e sem pudor,
Pois no barco desta aventura sou eu o condutor...
E quando dás por isso já o caldo está entornado,
Não sabes como acontece mas é sempre complicado...
É como rever alguém que não vês à muito tempo,
Bons são os primeiros segundos, os restantes não aguento...
És sempre sincero e não enganas ninguém,
Se gostam está tudo, se não gostam tudo bem...
E de repente a calma, por ela és invadido,
No fundo agoniaste mas foi tudo sem motivo...
Acordas de repente, no afogar és a bóia,
E vês que tudo não passou de uma simples paranóia...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Gosto...
O meu ser não consegue sossegar, está predominantemente agitado,
Talvez consequência da vida quando nesta algo muda demasiado...
O teu espaço é invadido por alguém favorito,
Não consegues explicar, como uma crença ou um mito...
Acontecimentos destes sempre mexeram comigo,
E será já pedir muito querer que mexam também contigo...
Uma simples conversa, um sorriso ou um olhar,
É tudo o que basta para um dia mudar...
Agradável quando vives este género de situação,
Pois parece que alguém tem teu coração na mão...
Consegue-te dominar num sentido abstracto,
E ao descrever isto não consigo ser exacto...
Não dá para raciocinar quando o sentimento te domina,
E digam lá se não gostam quando esta sensação fascina...
Transporta-te para um mundo como não há igual,
E tudo acontece de uma forma natural...
Um sorriso nos lábios nunca é fora de contexto,
Quando gostar de estar com alguém é o único pretexto...
Parece que o tempo pára e para mim é perfeito,
As conversas prolongam-se mas nunca se está satisfeito...
Perguntas-te como é possível isto estar a acontecer,
Pois certamente não é algo que tu pudesses prever...
E o encanto que sentes não podes ignorar,
Não é nada concreto mas é tão fácil de gostar...
A tendência é para esconder, jogas pelo seguro então,
E encontro nas palavras uma forma de libertação...
Porque há certas coisas que não falas com toda a gente,
E se os outros o fazem eu tento ser diferente...
Não é que tenha medo de mostrar o que sinto,
Mas sei que por vezes o faço de modo muito sucinto...
Não é fácil perceber quando me estão a cativar,
Nos olhos não o denuncio mas não é para enganar...
É apenas e só uma forma de me proteger,
Porque em coração roubado trancas há que meter...
Mas eventualmente essa barreira vão quebrar,
E é nesse preciso momento que a vida começa a mudar...
Sempre na esperança de que nada se passe igual,
Pois se assim se evoluir para mim é o ideal...
Talvez consequência da vida quando nesta algo muda demasiado...
O teu espaço é invadido por alguém favorito,
Não consegues explicar, como uma crença ou um mito...
Acontecimentos destes sempre mexeram comigo,
E será já pedir muito querer que mexam também contigo...
Uma simples conversa, um sorriso ou um olhar,
É tudo o que basta para um dia mudar...
Agradável quando vives este género de situação,
Pois parece que alguém tem teu coração na mão...
Consegue-te dominar num sentido abstracto,
E ao descrever isto não consigo ser exacto...
Não dá para raciocinar quando o sentimento te domina,
E digam lá se não gostam quando esta sensação fascina...
Transporta-te para um mundo como não há igual,
E tudo acontece de uma forma natural...
Um sorriso nos lábios nunca é fora de contexto,
Quando gostar de estar com alguém é o único pretexto...
Parece que o tempo pára e para mim é perfeito,
As conversas prolongam-se mas nunca se está satisfeito...
Perguntas-te como é possível isto estar a acontecer,
Pois certamente não é algo que tu pudesses prever...
E o encanto que sentes não podes ignorar,
Não é nada concreto mas é tão fácil de gostar...
A tendência é para esconder, jogas pelo seguro então,
E encontro nas palavras uma forma de libertação...
Porque há certas coisas que não falas com toda a gente,
E se os outros o fazem eu tento ser diferente...
Não é que tenha medo de mostrar o que sinto,
Mas sei que por vezes o faço de modo muito sucinto...
Não é fácil perceber quando me estão a cativar,
Nos olhos não o denuncio mas não é para enganar...
É apenas e só uma forma de me proteger,
Porque em coração roubado trancas há que meter...
Mas eventualmente essa barreira vão quebrar,
E é nesse preciso momento que a vida começa a mudar...
Sempre na esperança de que nada se passe igual,
Pois se assim se evoluir para mim é o ideal...
terça-feira, 14 de abril de 2009
Sem Inspiração
Fugiu-me a inspiração, não consigo ligar nada,
Faltam-me as palavras, tenho a mente desligada…
Quero expressar o que sinto, quero-me explicar melhor,
Mas por vezes não é fácil dizer o que há de pior…
É uma sensação esquisita, parece que estou engasgado,
Mesmo sem tentar falar, o pensamento está travado…
Acontece-me por vezes, mas odeio a sensação,
Gosto de mostrar o conteúdo, que me vai no coração…
Porque como ser humano necessito comunicar,
E se por vezes não o consigo sinto-me a sufocar…
Nunca entrei em desespero, nem nunca andei perdido…
Mas isto que sinto por vezes, deve ser o mais parecido…
Um pensamento após outro, palavra após palavra,
Sinto a ânsia de transmitir, sinto-me cão que não ladra…
Quero sempre dizer mais, quero-me fazer ouvir,
E quando não solto a escrita, não me é fácil existir…
Porque se por um lado sei, o que com as palavras quero mudar,
Por outro sinto-me vazio, como uma praia sem mar…
Mas lá vou ultrapassando estes momentos menos bons,
Esforço-me por ouvir no meu ser, todos os seus sons…
Pois por vezes é demasiado difícil, definir inspiração,
Ela pode ser tantas coisas, e algumas fogem à razão…
Uma troca de olhares, um café ou uma conversa,
É tudo o que precisas por vezes, para unir o que a mente dispersa…
Uma pessoa especial, uma acção ou mesmo um agrado,
Podem fazer de mim, o poeta mais inspirado…
Portanto não posso de todo, ceder ao meu desespero,
De não conseguir escrever, tantas vezes como quero…
Porque estas inspirações da vida, passam a vida a acontecer,
É preciso estar atento e não as deixar perder…
Porque por vezes o mais trivial, é de importância extrema,
E como cada um é como cada qual, eu escrevi este poema…
Para relembrar a todos, o que para mim é importante,
Temos de estar nesta vida, com tranquilidade constante…
Não ceder à pressão e jamais desesperar,
Agarrar o que de melhor, a vida tem para dar…
Momentos especiais, pessoas e até mesmo alguns factos,
São para mim o que justifica, a tendência dos meus actos…
Portanto não posso dizer, que tenho falta de inspiração,
Porque no fundo até escrevo, sem a ter como noção!
Faltam-me as palavras, tenho a mente desligada…
Quero expressar o que sinto, quero-me explicar melhor,
Mas por vezes não é fácil dizer o que há de pior…
É uma sensação esquisita, parece que estou engasgado,
Mesmo sem tentar falar, o pensamento está travado…
Acontece-me por vezes, mas odeio a sensação,
Gosto de mostrar o conteúdo, que me vai no coração…
Porque como ser humano necessito comunicar,
E se por vezes não o consigo sinto-me a sufocar…
Nunca entrei em desespero, nem nunca andei perdido…
Mas isto que sinto por vezes, deve ser o mais parecido…
Um pensamento após outro, palavra após palavra,
Sinto a ânsia de transmitir, sinto-me cão que não ladra…
Quero sempre dizer mais, quero-me fazer ouvir,
E quando não solto a escrita, não me é fácil existir…
Porque se por um lado sei, o que com as palavras quero mudar,
Por outro sinto-me vazio, como uma praia sem mar…
Mas lá vou ultrapassando estes momentos menos bons,
Esforço-me por ouvir no meu ser, todos os seus sons…
Pois por vezes é demasiado difícil, definir inspiração,
Ela pode ser tantas coisas, e algumas fogem à razão…
Uma troca de olhares, um café ou uma conversa,
É tudo o que precisas por vezes, para unir o que a mente dispersa…
Uma pessoa especial, uma acção ou mesmo um agrado,
Podem fazer de mim, o poeta mais inspirado…
Portanto não posso de todo, ceder ao meu desespero,
De não conseguir escrever, tantas vezes como quero…
Porque estas inspirações da vida, passam a vida a acontecer,
É preciso estar atento e não as deixar perder…
Porque por vezes o mais trivial, é de importância extrema,
E como cada um é como cada qual, eu escrevi este poema…
Para relembrar a todos, o que para mim é importante,
Temos de estar nesta vida, com tranquilidade constante…
Não ceder à pressão e jamais desesperar,
Agarrar o que de melhor, a vida tem para dar…
Momentos especiais, pessoas e até mesmo alguns factos,
São para mim o que justifica, a tendência dos meus actos…
Portanto não posso dizer, que tenho falta de inspiração,
Porque no fundo até escrevo, sem a ter como noção!
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